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Última visita: 17/05/2012 03:39:35
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Educação |
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ECA-21 anos dos direitos da criança e do adolescente
O Governo do Estado preocupado com o desenvolvimento integral do aluno e a efetivação dos direitos e deveres das crianças e dos adolescentes, entende que a escola é um espaço privilegiado para a construção da cidadania, onde umconvívio harmonioso deve ser capaz de garantir o respeito aos princípios do ECA eeducar a todos no sentido de evitar as manifestações da violência e/ou negligência, cometidas contra crianças e adolescentes, portanto, oferece à comunidade escolar o X Fórum Off Line“ECA - 21 Anos dos Direitos da Criança e do Adolescente”. A análise desse quadro social revela que as marcas físicas visíveis no corpo deixam um rastro de marcas psicológicas invisíveis e profundas. Combater a teia de violência que muitas vezes começa dentro de casa e em locais que deveriam abrigar, proteger e socializaras pessoas é uma tarefa que somente poderá ser cumprida pela mobilização de uma rede de proteção integral em que a escola se destaca como possuidora de responsabilidade social ampliada. O Programa Cidadania e Paz nas Escolas/DRH/SEED, dentro desse contexto, considerando que aeducação não pode separar-se, nos debates, de questões como proteção à criança e adolescente; direitos humanos; diversidade étnico-racial; enfrentamento ao bullying; gênero e diversidade de orientação sexual; violência escolar, cidadania, proporciona essa interação virtual, para que cada vez mais seja disseminada uma cultura de paz, numa sociedade justa e humana. PROGRAMAÇÃO De 20 de agostoa 20 de setembro de 2011 Horário: 08:00 horas – Abertura 23:59 horas – Encerramento INFORMAÇÕES Tel:(79) 3246-2226 e-mail: pcpazescolas@yahoo.com.br /> OBJETIVO O Fórum Off Line “ECA-21 Anos dos Direitos da Criança e do Adolescente” visa favorecer uma ampla discussão interativa e estimular dentro de uma Pedagogia Dialógica um debate junto a profissionais com vasta experiência no que diz respeito a efetivação do Estatuto da Criança e do Adolescente. PÚBLICO-ALVO Comunidade escolar e todos pela educação. Administração e coordenação Djanira Montalvão da Luz Josefa Mesquita de Santana Matos MEDIADORAS PRESENCIAIS Ronilde Barbosa Matos Franco de Deus Sandra Regina Andrade Gonçalves Silva Técnicas doPCPAZESCOLAS/SEED/SE WEbmaster Jenilson Gomes (SSP/SE) MODERADORAS Cristiane Oliveira, graduada em Direito e Letras, professora da rede pública estadual.Especialização em Didática do Ensino Superior. Policial Civil, atua na Delegacia Especial de Delitos de Trânsito. Josevanda Mendonça Franco, graduada em História, professora da rede pública estadual, Especialista em Educação. Consultora em Direitos da Criança e do Adolescente, facilitadora do Sistema de Aviso Legal por Violência e Exploração contra a Criança e o Adolescente – SALVE e Consultora da Coordenadoria da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe. |
4 | 4 | 23/11/2011 11:08:15 by josefa |
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Grêmio Estudantil, Uma Aula de Cidadania
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40 | 55 | 07/10/2010 15:44:55 by josefa |
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Bullying Não é Brincadeira
APRESENTAÇÃO O Governo Estadual preocupado com os índices alarmantes de conflitos de relacionamentos no ambiente escolar, reconhece que suas causas e consequências existentes, podem ser prevenidos, enfrentados e é a partir da discussão do tema que surge possibilidades de traçar estratégias voltadas para a disseminação de um ambiente saudável, respeitoso e prazeroso nas comunidades escolares, essencial para a não proliferação do bullying escolar. O Programa Cidadania e Paz nas Escolas/DRH/SEED, dentro desse contexto, considerando os recentes estudos e pesquisas onde apontam que brincadeiras aparentemente inofensivas, podem traumatizar, trazer sérios danos emocionais, psíquicos, e sociais por toda a vida dos envolvidos, vem disponibilizar o IX Fórum Off Line ?Bullying Não é Brincadeira?, visando promover a participação consciente através das novas tecnologias, já que estas também são utilizadas como prática do cyberbullying. "A falta de conhecimento sobre a existência, o funcionamento e as conseqüências do bullying propicia o aumento desordenado no número e na gravidade de novos casos, e nos expõe a situações trágicas isoladas ou coletivas que poderiam ser evitadas." (Ana Beatriz Barbosa Silva, escritora) PROGRAMAÇÃO De 03 de novembro a 20 de dezembro de 2010 Acesso: http://www.ssp.se.gov.br/cidadania /> INFORMAÇÕES Tel: (79) 3179-1237, 3226-7100 ? ramal 202 e 3226-7102, e-mail: pcpazescolas@yahoo.com.br /> OBJETIVO Oferecer uma oportunidade de diálogo, troca de informações e sugestões sobre a prevenção e enfrentamento do fenômeno Bullying. PÚBLICO-ALVO Comunidade escolar e todos pela educação. ADMINISTRADORAS Profª Djanira Montalvão da Luz Coord. Executiva do PCPAZESCOLAS/SEED/SE Profª Josefa Mesquita de Santana Matos Técnica do PCPAZESCOLAS / SEED / SE MEDIADORAS PRESENCIAIS Profª Ronilde Barbosa Matos Franco de Deus Profª Sandra Regina Andrade Gonçalves Silva Técnicas do PCPAZESCOLAS/SEED/SE WEBMASTER Jenilson Gomes (SSP/SE) MODERADORES Profº Rivaldo Sávio de Jesus Lima, doutor em Psicologia Educacional, professor do Deptº de Psicologia da Universidade Federal de Sergipe. Integrante do Núcleo de Estudos da Mente e da Espiritualidade Humana -Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários- UFS Profª Djanira Montalvão da Luz, Especialista em Gestão Escolar e Segurança Pública, Psicopedagoga Institucional e Clínica, MBA em Educação. Pedagoga em Supervisão Escolar. Integrante do Núcleo de Estudos da Mente e da Espiritualidade Humana - Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários- UFS. Coordenadora Executiva do Programa Cidadania e Paz nas Escolas/SEED/DRH/SE. |
280 | 393 | 15/08/2011 15:19:58 by josefa |
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"PROMOÇÃO DA SEGURANÇA COM CIDADANIA”
Período 20 de abril a 20 de junho de 2009 O Governo do Estado convida a todas as comunidades escolares das instituições de ensino públicas e particulares, a participarem da primeira e grande oportunidade democrática já realizada em Sergipe com as escolas de Educação Básica para discutir, opinar, sugerir, criticar, enfim contribuir com a efetivação de um dos objetivos da 1ª Conseg, via web. Na oportunidade será lançado pelos moderadores um comentário crítico acerca do 5º eixo temático da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública- Conseg /Ministério da Justiça– “Prevenção social do crime e das violências e construção da paz” Esse é o momento de mobilização das comunidades escolares para participação na 1ª Conferência Livre Estadual de Segurança Pública das Escolas Públicas e Particulares de Sergipe que ocorrerá no período de 27 a 30 de abril em vários colégios sergipanos. Objetivos: Divulgar as Conferências: Municipal, Estadual e Nacional de Segurança Pública . Discutir o 5º eixo-temático “Prevenção social do crime e das violências e construção da paz” da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública. Maiores informações: DO FóRUM: telefones (79) 3179-1237 (SEED/SE) e (79) 3226-7102 (PM/SE); e-mail pcpazescolas@yahoo.com.br DA COFERÊNCIA: telefone (79) 3216-5422 www.conseg.gov.br e-mail - conferencia.ssp@ssp.se.gov.br |
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PORQUE O CONVÍVIO SOCIAL NÃO DEVE SER DISCUTIDO EM TERMOS DE GUERRA E PAZ Prof. Manoel Mendonça Filho Parar pra pensar em um problema sério da vida das pessoas pede cuidado e atenção. Como a gente pensa usando palavras e conceitos, a primeira coisa com que se deve ter atenção é o modo de usar as palavras para que não se acabe dizendo e entendendo coisas que trazem mais problemas do que o problema mesmo que se queria pensar. Quando vi o título do eixo temático da Conferência de Segurança pública, no qual se deveria discutir a questão da convivência das pessoas nos espaços públicos, fiquei preocupado com o jeito que deram pra colocar o título. A preocupação se justifica porque dependendo de como a gente comece a pensar em um assunto, acabamos marcando todo o assunto com as palavras utilizadas. É como pintar um quadro. Quando se começa usando certas cores e certos tons, já se está levando a pintura em uma direção determinada. No caso do eixo temático da conferência, o dizer: cultura de paz nos faz logo pensar que o problema de que se está tratando é uma guerra. Ou seja, faz pensar que, como se tem uma cultura de guerra, se deve procurar uma cultura de paz. A armadilha é que quando se diz isso se está dizendo que se trata de uma conversa ou uma negociação entre inimigos. Afinal, discutir guerra e paz é coisa que inimigos fazem. Seja sentando em uma mesa de negociação, seja indo ao campo de batalha. As duas condições que caracterizam uma relação de inimigos, ou seja, uma relação que deve ser discutida em termos de guerra e paz, são: não pertencer ao mesmo povo, a mesma nação e, em segundo lugar, ter interesses conflitantes, se verem como disputando alguma coisa que é fundamental para a sobrevivência. Penso que acaba sendo muito perigoso propor que toda a discussão da conferência de segurança pública acabe marcada pelas cores fortes do dilema entre guerra e paz. Perigo de que salpicando de pintura de guerra, pessoas passem a se ver como inimigos, ou seja, pessoas que não se reconhecem como tendo interesses comuns, origem comum, pessoas que não se reconhecem como sendo de um mesmo grupo, de uma mesma nação. Ora, se pensar que se está tratando com alguém que é diferente, que tem opiniões próprias, gosto pessoal e condições de vida específicas já é difícil, fazer isso olhando para o outro como um inimigo, mesmo que apenas um inimigo em potencial com quem se quer fazer a paz, complica enormemente o problema. Esse problema fica mais complicado ainda se quem olha o outro como inimigo é um agente do Estado que estaria, por princípio, encarregado da segurança de todos. Aqui nós teríamos a principal diferença entre a atividade de polícia e a tarefa de defesa nacional que caracteriza as forças armadas. Enquanto o soldado que faz a guerra tem como principal tarefa vencer o inimigo a qualquer custo, nem que seja com sua eliminação, essa idéia é completamente contrária à função de polícia em uma sociedade. A função policial, no modelo de sociedade democrática da Grécia antiga, lugar de onde tiramos a idéia de democracia (governo do povo), era a função encarregada de acompanhar a aplicação das decisões políticas da assembléia dos cidadãos e encarregada de facilitar o trânsito de pessoas e mercadorias. Era uma função organizativa da vida da cidade, dando suporte e orientação ao cidadão. Foi no final da idade média, com a expulsão dos servos das terras, no início da idéia de propriedade privada da terra, é que a função policial começou a ser dominada pelo aspecto repressivo. Ora, já se tem uma cultura de formação e funcionamento das corporações policiais quase que completamente dominadas pelo caráter repressivo da função policial, e não se chama atenção de que o problema que ele trata é uma questão de convívio social, e não uma questão de guerra e paz? Em que lado da guerra estaria o policial? Acabaria pensando que está do lado dos que tem uma vida organizada, e tomaria como inimigos aqueles que mais são credores da famosa ‘divida social’. Ou então continuaria a pensar que está do lado do Estado e tomaria todo cidadão como suspeito em potencial. Ou acabaria pensando que está do lódão do político de Platão que possa lhe dar cobertura ou lhe favorecer, ou do comerciante que possa complementar sua pouca remuneração. Espero que não se tome essa discussão como simples jogo de palavras, é preciso lembrar (como, aliás, está escrito no texto da conferência), que um grande complicador do tema da segurança pública, herdado dos tempos da ditadura, é a idéia de que a segurança nacional é a segurança do Estado e não a segurança das pessoas. Está escrito lá que se pretende passar da velha para a nova concepção por que agora se trata de discutir a segurança de acordo com um modelo de sociedade democrática. O modo de ver as coisas, as crenças e valores que orientam o nosso pensamento sobre as questões propostas é o mais difícil de mudar, exatamente porque é o jeito, automático, a que estamos acostumados a funcionar, sem pensar. A segunda armadilha que se esconde nesse jeito de colocar o problema do convívio social é que ele acaba escondendo outras formas de colocar a questão, formas que talvez possam facilitar o entendimento e aliás, é pra isso que serve pensar um problema. Não concordo em nada com esse jeito de colocar o problema da segurança pública em termos de guerra e paz, não acredito que a gente esteja diante de inimigos que precisam negociar a paz. Vejo o problema da convivência social como sendo muito mais questão integração, justiça e reconhecimento. São as formas de reconhecimento social, de redistribuição da riqueza concentrada em nosso país e a recomposição de uma condição de justiça social que se deve discutir no eixo temático referente ao convívio social. Investimentos públicos que componham condições sanitárias e alimentares menos discrepantes. Que integrem as idéias de segurança social. Segurança social é um conceito que marcará a resistência de organização de uma sociedade. Todo tecido social tem um limite de ponto de estiramento. isso quer dizer que a diferença entre o que uns tem e outros não, a diferença entre os que uns podem e outros não, a diferença de reconhecimento do que uns são e outros não, tem um limite. Ultrapassar esse limite nos leva a condição de violência no convívio. Ultrapassar esse limite, rompendo o tecido social e as condições de convivência é que são as bases da violência. Os países ricos hoje sofrem com o problema da imigração descontrolada e se perguntam porque tantos povos pobres estão querendo ir para lá. Lembrando da história de formação das riquezas desses países, me ocorreu que talvez o que esteja levando milhares de pessoas a abandonar suas terras de origem, é a procura pelas riquezas produzida pelos seus antepassados, recursos que se não tivessem sido levados para outras terras estaria servindo aos que precisam dela para viver. Os países ricos não reconhecem que cresceram com o uso dos recursos produzidos pelos antepassados desses povos, e que foram séculos de transferência e acumulação de riqueza que produziram a pobreza mundial, A diplomacia brasileira vive dizendo isso nos fóruns internacionais. Talvez seja o caso de lembrar que quem tem telhado de vidro não está autorizado a jogar pedra no telhado do vizinho, ou, como diziam os antigos, que o macaco sempre esquece de olhar o próprio rabo. A condição de estiramento do tecido social no Brasil está mais do que no limite, os dados de concentração de renda e desigualdade social são velhos conhecidos e não estão dando sinais de melhora significativa. A ação em segurança pública voltada para a cidadania tem que levar isso em conta, deve pensar em diretrizes que orientem o funcionamento das corporações policiais, tanto em termos de treinamento, quanto em termos de investimento de recursos. Olhar quem tem menos acesso aos bens e serviços como aquele a quem a sociedade deve mais, olhar as riquezas e o patrimônio como fonte de onde se deve retirar os recursos para saldar a dívida social, priorizar a fiscalização das grandes movimentações de capital e dar o suporte que estiver ao alcance quando se deparar com o rompimento das condições de convívio. Talvez seja mais interessante do que pensar em termos de inimigos. Segurança pública democrática é aquela que pensa a injustiça, a concentração de riqueza e a falta de reconhecimento social como os grandes inimigos da paz social. |
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Prevenção social do crime e das violências e construção da cultura de paz Meire Mansuet Alcantara Campos Delegada de Polícia Civil - 1ª Classe A violência nas escolas é hoje um fenômeno que entrou inexoravelmente na agenda política da nação, após ficar relegado à uma situação invisível por muito tempo. Trata-se de uma questão multicausal e complexa que demanda ainda análises e estudos mais aprofundados. A miséria, o desemprego, as desigualdades sociais, a falta de oportunidades para os jovens, bem como a presença insuficiente do Estado, na forma de políticas públicas ou por meio do seu aparato da segurança pública, fazem aumentar e recrudescer as manifestações de violência nas escolas. Entretanto, não se trata de fenômeno circunscrito a fatores estruturais de ordem sócio-econômico. A violência e a criminalidade dentro das escolas também devem ser entendidas no âmbito cultural e psicossocial dos indivíduos, dos grupos, e da sociedade. Diversos estudos, matérias veiculadas pela mídia e dados estatísticos têm demonstrado os níveis de envolvimento dos adolescentes, tanto como vítimas quanto como responsáveis pela violência dentro e fora das escolas. O impacto da violência afeta diretamente a capacidade de aprendizagem dos alunos e a construção de sua cidadania. A escola representa um espaço privilegiado de socialização e, dependendo dos comportamentos promovidos pode ser constituída com base em relações defensivas ou propositivas. É na promoção de mecanismos propositivos, como o diálogo e a participação, que as relações sociais deverão estar apoiadas para o desenvolvimento psicossocial e humano das crianças e jovens. A escola é, em muitos sentidos, a porta privilegiada para a cidadania e para a construção da paz. Embora muitas das causas da violência estejam fora da escola, o seu reflexo no meio escolar representa ameaça a um dos pilares fundamentais da formação das crianças e dos jovens, o da educação. Portanto, a mobilização de toda a sociedade é de suma importância para a reversão desse quadro de violência. Moderador webmaster |
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A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE NA PREVENÇÃO DO CRIME Jefferson Pires de Alvarenga Coordenador Geral da 1ª Conferência Estadual de Segurança Pública Em nosso Estado, assim como no restante do país, poucos problemas mobilizam tanto a sociedade como a Segurança Pública. Trata-se de um problema que afeta a população independentemente da classe, raça, credo religioso, sexo ou estado civil. O gasto com segurança pública, em todo o mundo, vem atingindo cifras altíssimas, bem como os valores perdidos. Nos Estados Unidos, de acordo com o relatório do National crime victimization (1992), calculou-se que vítimas de crimes perderam 17,6 Bilhões de dólares em decorrência de furtos, arrombamentos, assaltos, estupros, e despesas médicas imediatas. No Brasil, pesquisas também confirmam esse fato. Piquet (1998) afirma que os gastos anuais com segurança pública no município do Rio de Janeiro giram em torno de 2 Bilhões e meio de reais, o equivalente a 5% do PIB municipal. Essa violência e criminalidade, que tanto assusta a sociedade, tende a se concentrar nos maiores centros urbanos, uma vez que municípios pequenos possuem menores taxas de criminalidade violenta, que em muitos casos são mantidas a um ritmo constante ao longo de vários anos. A complexidade do fenômeno que envolve o crime traz a tona discussões as mais variadas, que sempre buscam como solução uma causa única, como se o problema estivesse restrito a um único nascedouro, e que pudesse ser resolvido por um único organismo. Porém, a discussão desse tema realmente não se mostra simples, nem próximo de ser encerrado, haja vista a complexidade do fenômeno, aliado à diversidade de pensamentos e opiniões. As políticas públicas de combate à violência devem se pautar por metas claras e definidas, que utilizem instrumentos de medida confiáveis para a avaliação e de acordo com os meios disponíveis, e sempre de forma democrática. O horizonte a ser alcançado pela política pública de segurança deverá se constituir na redução dos crimes mais graves, no menor espaço de tempo possível, a um custo razoável de implementação, e possuindo como pressuposto a interação das instituições de segurança entre si e com a comunidade. Assim, a análise da política de segurança envolve necessariamente a formulação de programas e análise de métodos de monitoramento e avaliação. A formulação de problemas, alternativas, ações e resultados são questões de natureza teórica, e a avaliação, monitoramento e estruturação são de ordem técnica, envolvendo a utilização de modelos de efetividade, eficiência, equidade e custo benefício. Tudo o que foi dito também pode ser resumido em poucas palavras: gestão eficiente da atividade policial. Nos últimos vinte anos a sociedade brasileira evoluiu muito na discussão desse tema, e a proposta das Conferências Nacional e Estadual é um produto desse debate. O conhecimento acumulado garante entender, minimamente, a dimensão do problema, embora a solução talvez ainda esteja distante. O texto base da Conferência Nacional lembra todos da definição dada pelas Nações Unidas à segurança humana: “é o termo que consegue conjugar as dimensões de paz, segurança e desenvolvimento” . Não podemos imaginar desenvolvimento humano sem segurança, e vice-versa, pois um depende necessariamente do outro, já que se complementam. O eixo 5 da Conferencia Nacional (Prevenção social do crime e das violências e construção da cultura da paz) convida todos à participação e reflexão sobre ações preventivas policiais e não policiais, buscando a redução do crime e da violência; a problemática das armas de fogo e a necessidade do desarmamento; o policiamento comunitário, uma das poucas unanimidades da segurança pública; a resolução pacífica de conflitos e a democratização do acesso à Justiça; e, por fim, a participação de outros órgãos do poder público, além dos setores policiais e da sociedade civil, na construção de uma política pública de segurança. Moderador webmaster |
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A ESCOLA E A PARTICIPAÇÃO POPULAR NA PREVENÇAO DA CRIMINALIDADE
Ronaldo Alves Marinho da Silva Delegado de Polícia Presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado de Sergipe - ADEPOL
O tema segurança pública passou a ser o problema de maior preocupação da sociedade, visto interferir na qualidade de vida dos cidadãos e no desenvolvimento dos municípios. A escola, enquanto locus privilegiado, repercute esta preocupação com maior ênfase, visto estar sofrendo diuturnamente com a invasão das drogas ilícitas e a desestruturação da formação familiar das crianças e adolescentes. A construção da paz, muito mais que a redução da violência, busca desenvolver entre as pessoas um sentimento de não violência, da solução pacífica dos conflitos naturais existentes na convivência entre seres humanos. A escola tem um papel fundamental na construção da cultura da paz, fomentando a discussão entre os alunos e destes com os trabalhadores; Construindo espaços de convivência entre seus atores e a comunidade que a cerca; Incentivando a resolução pacífica de conflitos; Abordando de forma transversa, em todas as matérias, e de forma direta, o presente tema. Cadeiras e vidros quebrados, banheiros sujos, falta de equipamentos mínimos necessários ao desenvolvimento das atividades educacionais, além de professores desmotivados ou sua total ausência acabam por criar um clima desfavorável para a construção da paz. Devemos modificar esta realidade criando e/ou reforçando a auto-estima dos alunos e trabalhadores, apoiando as iniciativas inovadoras, abrindo espaço para a participação dos pais e dos alunos nas discussões sobre a gestão da escola, tornando-os co-responsáveis pelos resultados colhidos. Tarefa, de logo, reconhecida como difícil, mais realizável. Os investimentos públicos da área de segurança estão cada vez maiores. As pessoas e empresas gastam muito mais em segurança pública, seja com a contratação de empresas especializadas e/ou com a aquisição de modernos equipamentos de segurança. Entretanto, esta estratégia de investimento no combate a violência pouco efeito tem surtido na redução dos índices de criminalidade. Portanto, devemos inverter os papéis, investindo maciçamente na cultura da paz, envolvendo a comunidade com a criação de fóruns de discussões dos problemas locais, de ambientes de convivência comunitária, possibilitando o acesso de milhões de pessoas aos serviços públicos essenciais, fomentando a formação para a cidadania. Prescindir da participação ativa das escolas é abandonar uma geração a própria sorte, esquecendo do grande potencial transformador da educação voltada para a construção do ser cidadão, e esquecer-se do potencial existente nos jovens para a mudança da realidade e sua influência transformadora no seio familiar. A realidade e estarrecedora, mas a educação pela paz pode operar milagres.
Moderador webmaster |
8 | 8 | 10/11/2010 10:53:41 Visitante |
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Destaques Destaques - Destaques - Destaques - Destaques Moderador webmaster |
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CULTURA DE PAZ, UMA CONSTRUÇÃO DE TODOS
O Governo do Estado, através das suas Secretarias da Educação e da Segurança Pública, realiza o V fórum off-line sob a organização do Programa Cidadania e Paz nas Escolas. O uso das tecnologias abre espaço de discussão possibilitando a todos uma maior interação para expor pensamentos, conhecimentos e experiências, assim a Organização disponibiliza esta ferramenta, visando um debate qualificado sobre Cultura de Paz. nas escolas, nos lares, em instituições dentro da perspectiva de contribuir na elaboração .de ações inibidoras das demandas resultantes de atos violentos, que vem refletindo no dia-a-dia de toda a sociedade. Discutir sobre cultura de paz é provocar os mais nobres sentimentos, ir no âmago das questões do relacionamento humano, na linha tênue do raciocínio onde discernimos a opção para a busca incessante de uma coexistência pacífica entre os povos, baseada na justiça, prevalecendo os direitos e deveres do cidadão para o pleno exercício da cidadania com ética . A paz e harmonia tão almejadas por todos e requer um esforço contínuo, não enfraquecendo diante dos obstáculos que se apresentem. A trajetória deve ser no campo das idéias, estratégias, metas e ações positivas, disseminando o bem coletivo, e também estrita observância às leis da natureza na preservação do meio ambiente. Parafraseando Mahatma Ghandi, a conquista do bem estar para todos. é resultado de um caminho paralelo ao estabelecido. OBJETIVOS Promover um debate qualificado sobre as possibilidades de disseminação de uma Cultura de Paz., em prol do estabelecimento da justiça, do exercício da cidadania, do bem-estar do indivíduo, em observância aos direitos humanos, no contexto da sociedade para uma coexistência pacífica e harmoniosa. PROGRAMAÇÃO De 15/09/2009 a 30/09/2009 INFORMAÇÕES Tel: (79) 3179-1237, 3226-7100 – ramal 202 e 3226-7102 e-mail: pcpazescolas@yahoo.com.br /> Webmaster Jenilson Gomes (SSP/SE) MODERADORES Profª MsC. Maria Aldaci Silva Menezes,(SEED/SE) diretora de escola da rede estadual. Mestra em Cultura de Paz pela Universidade Jaume I de Valência/Espanha. Profª Mércia Oliveira Santana Lima,(UNIPAZ/SE) pedagoga da rede pública de ensino, Presidente da Unipaz (Universidade Holística de Sergipe); Belº Carlos Antônio Magalhães (Magal da Pastoral/SE), Engenheiro, Coordenador Regional da Pastoral Carcerária / Sergipe. Profº Leonardo Paschoal (SECOM/SE) Pedagogo, Coordenador Pedagógico do Mídia Jovem. |
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“Racista eu, qual a minha cor?”
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Educação Novas Diretrizes e Estratégias de Ação
APRESENTAÇÃO O Governo Estadual comprometido com os rumos da educação e visando a real efetivação da escola inclusiva, aquela que respeita, valoriza a diversidade, combate as desigualdades, garante a permanência do aluno, assegura direitos e cria oportunidades para todos os seus usuários. O Programa Cidadania e Paz nas Escolas/DRH/SEED, dentro desse contexto, disponibiliza o VII Fórum ?Educação Novas Diretrizes e Estratégias de Ação? (2011 a 2020), visando promover a participação de todos pela educação de forma horizontal em um espaço virtual, sobre os seis (06) eixos temáticos tratados na CONAE/2010, paripassu de toda a sua trajetória, até a realização nos dias 29/03 a 01/04, em Brasília/DF. Acreditamos que esse é um espaço para também expor as tendências, pesquisas, discussões, sobre inovações pedagógicas, que venham a respaldar as novas diretrizes e estratégias desde a concepção, etapas preparatórias e até a realização da Conferência Nacional, além de ser uma ímpar oportunidade em promover inédita conexões. O fórum virtual é um formato específico dos nossos dias onde o espaço público é ressignificado e ampliado, favorecendo a comunicação e a divulgação de ações tornando mais transparente e dinamizador o diálogo sobre o processo de construção do novo PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO-PNE. PERÍODO 15 de março a 30 de abril de 2010 ADMINISTRADORES Profª Djanira Montalvão da Luz Coord. Executiva do PCPAZESCOLAS/SEED/SE Profª Josefa Mesquita de Santana Matos Técnica do PCPAZESCOLAS / SEED / SE MEDIADORA PRESENCIAL Profª Ronilde B. Matos Franco de Deus Técnica do PCPAZESCOLAS/SEED/SE MODERADORES Prof. Dr. José Fernandes de Lima, Doutor em Física, membro do Conselho Federal de Educação, ex-reitor da UFS/SE e atual Secretário de Estado da Educação. Dr. Luiz Fausto Dias de Valois Santos, Graduado em Direito (Universidade Católica de Salvador), Especialista em Ciências Criminais (Podium). Promotor de Justiça dos Direitos da Educação de Aracaju. Deputada Ana Lúcia Menezes, professora da rede pública de ensino, ex-Presidente do Síntese, ex-Secretária Municipal de Educação. Prof. Maurício Nascimento Filho, economista, Especialista em Administração de empresa, Qualidade e Produtividade, Gestor de Escola Técnica. Mestrando em Ciências da Educação e atual Assessor de Planejamento-ASPLAN/SEED. Prof. Jorge Costa Cruz Junior, advogado, professor da rede pública de ensino e Diretor do Deptº de Recursos Humanos-DRH/Estratégico da SEED. Prof. Joel Almeida Santos, professor da rede pública e Presidente do SINTESE-Sindicato dos Trabalhadores das Escolas de Sergipe. Diretor da Conf. Nac. dos Trabalhadores da Educação-CNTE. Delegado Representante de Sergipe na CONAE. Profª Maria Auxiliadora Almeida Pires dos Santos, professora da rede pública municipal. Especialista em Educação Física. Diretora do Deptº de Educação Física-DEF/SEED. Abi Custódio, aluno do Curso de Eletrônica do Instituto Federal de Sergipe-IFS. Presidente da USES. Delegado Representante de Sergipe na CONAE. Webmaster Jenilson Gomes (SSP/SE) |
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A MELHOR IDADE DOS DIREITOS HUMANOS
A Declaração Universal dos Direitos do Homem - DUDH - criada e proclamada pela ONU em 10.12.1948, surgiu da necessidade de se adaptar novos valores como justiça, igualdade, eqüidade em um momento pós-guerra, visando assegurar a participação coletiva na vida pública e política de todos, ao tempo em que busca construir uma visão mais reflexiva capaz de contribuir para a construção de uma nova ordem mundial. Como referência ética de valores socialmente desejáveis representa um conjunto de direitos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais, universais e indissociáveis que devem ser seguidos para a manutenção e universalização dos direitos do homem e do cidadão. O fórum “A Melhor Idade dos Direitos Humanos” é um espaço em que todos os indivíduos terão como refletir sobre suas atitudes frente à violação e a não universalização desses direitos e suas implicações na (des) construção de uma democracia a serviço da paz. É dentro dessa filosofia de busca pela Paz e efetivação dos direitos humanos que colocamos à disposição de todos esse momento importante para que possamos refletir sobre nossa prática na construção da cidadania. MODERADORES Bel. Matheus Dantas Meira. OAB- Especialista em Direito Penal e Processual Penal FASE Graduado em Direito UNIT. Sub-Procurador do Município de Estância/SE. Ouvidor da OAB/SE e Conselheiro Estadual de Entorpecentes na vaga dos advogados. Profº de Direito Penal e Processual Penal em cursos preparatórios para concursos públicos. Cel QOPM SANTIAGO- Profº MSc Eduardo Santiago Pereira. PM/SE e UNIT-Doutorando em Ciências Jurídicas pela UMSA. Mestre em Direito, especialista em Direito Penal, em Processo Penal; Gestão Estratégica da Segurança Pública UFS; Profº de Direito Penal Tributário do Curso de Pós-graduação em Gestão Fiscal e Planejamento Tributário da FANESE; Profº de Direito Penal UNIT; Coordenador dos Projetos de Pós-formação da PM/SE; Comandante do Centro de Ensino da PM/SE. Profª Dra. Jane Alves Nascimento Moreira de Oliveira. UFS e UNIT- Doutora em Ciências Jurídicas- UMSA, em Direito da Família e em Direitos Humanos-UBA (Universidade Nacional de Buenos Aires) Mestra em Direito, em Mediação de Conflitos, especialista em Direito Público; em Mediação de Conflitos, em Direito do Trabalho-UBA e em Estudos para a Paz e Resolução de Conflitos –UFS/UJI; Profº de Direito UFS e UNIT;Profª de Pós-graduação; Coordenadora do Núcleo de Estudos da Mente e da Espiritualidade Humana -Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários- UFS; Procuradora Federal. Moderador jane_nascimento eduardo_santiago matheus_meira |
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QUAL A NOSSA CONSCIÊNCIA ÉTNICO-RACIAL?
O Governo do Estado, através das suas secretarias da Educação e da Segurança Pública, realiza o II fórum on-line sob a organização do Programa Cidadania e Paz nas Escolas e aprovado por diversos órgãos federais, estaduais e ONGs.A Lei nº 10.639/03 que acrescentou os artigos 26A e 79B à Lei nº 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – introduzindo a obrigatoriedade de inclusão no currículo de matéria sobre a cultura afro-brasileira e africana no ensino fundamental e médio, bem como a instituição do Dia Nacional da Consciência Negra. A instituição desses novos artigos tem como objetivo resgatar a memória sobre a história da nação combinando a proposta de celebrar datas significativas de mobilização e lutas desse povo, sem folclorizá-las. Este fórum é um espaço em que todos terão como expor seus pensamentos, dúvidas e dar sugestões de como melhor debater o tema da condição do negro no Brasil dentro da perspectiva da educação cidadã. É um momento importante para fazer diversos questionamentos acerca de uma realidade social, onde encontramos dificuldades de lidar com as diversidades de forma realista e criativa, sobretudo no que diz respeito à contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política na história de nosso país. MODERADORES Profº MsC Fernando José Ferreira AguiarGraduado em História (UFS) e Comunicação Social (UNIT), especialista em Africanidade e Etnicidade (UFBA), mestre em História Social (UFBA), doutorando em Educação (UFS), professor da UFS e FJAV Bel. Luiz Fausto Dias de Valois Santos Graduado em Direito (Universidade Católica de Salvador).Especialista em Ciências Criminais (Podium). Promotor de Justiça dos Direitos da Educação de Aracaju. Moderador fausto_valois fernando_aguiar |
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Vamos discutir a Marioridade do ECA?
O Governo do Estado, através das suas secretarias da Educação e da Segurança Pública, realiza o I fórum on-line sob a organização do Programa Cidadania e Paz nas Escolas e aprovado por diversos órgãos federais, estaduais e ONGs. O ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente promulgada em 13 de julho de 1990, veio substituir o antigo Código de Menores – Lei nº 6.697/79, que introduziu a doutrina da proteção integral para a criança e o adolescente reconhecendo-os como sujeito de direito, desafiando todas as esferas governamentais a implementarem políticas públicas dirigidas a um novo segmento: criança e adolescente. A instituição dessa nova lei cujo objetivo é a proteção à integridade da Criança e do Adolescente representou um avanço no direito dessas pessoas, passando a considerá-los cidadãos com direitos pessoais e sociais, elevando-os à preocupação central da sociedade, além de resgatar juridicamente a cidadania e a atenção universalizada desse público. Este fórum é um espaço em que todos terão como expor seus pensamentos, dúvidas e dar sugestões de como melhor divulgar o Estatuto da Criança e do Adolescente.É um momento importante para fazer diversos questionamentos acerca de uma realidade social, onde muitas crianças e adolescentes não têm sequer o direito à educação garantindo, o direito de ser criança e pensar como tal. Moderador webmaster djanira |
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